PINTO DA COSTA:
Começou no FC Porto nos anos 60 como dirigente do andebol, passando depois pelo hóquei em patins e pelo boxe. Nessa altura era um simples gerente de uma empresa de fogões.
Chegaria a chefe do departamento de futebol apenas no final da década de 70, no mandato de Américo de Sá. Tomou o poder e impôs a sua lei. Foi gerente de uma empresa chamada Pincor do ramo das tintas, que terminou os seus desgraçados dias com avultadas dividas á banca. Aliás como todas as empresas onde se meteu. Algumas de electrodomésticos. Todas faliram. Devido ás muitas falcatruas que fez, incluindo passar cheques sem cobertura, foi condenado e proibido de passar cheques e de constituir empresas. Para deixar a empresa onde trabalhava, Pinto da Costa ainda teve que pagar sete mil contos e ficou sem carro por uns tempos. O milhão e tal de contos das transferências de Futre e Rui Barros tinha desaparecido sem deixar rastos e tinha deixado de...rastos PC, a contas com a justiça, por cheques sem cobertura e penhoras a bens pessoais. Foi um momento difícil, mas que não abateu o presidente, levando-o antes a pensar que o seu negócio era o futebol. Esteve sem ir a Aveiro durante 5 anos por causa de alguns processos por falências fraudulentas. Os seus sócios dessas empresas tiveram que fugir para o Brasil. Mas a ele alguém lhe pagou as dívidas. Alguns poderosos do Norte, como Belmiro de Azevedo, Artur Santos Silva, etc. No princípio chegou a investir muito do dinheiro que tirava do FC Porto, nas empresas de familiares seus mas faliram todas. Depois passou a ficar com tudo. Criou a Cosmos, agência de viagens que lucrou imenso com as viagens dos clubes, obteve exclusivos com a Federação que obrigavam os clubes a viajar nessa agência. Esteve metido no negócio da droga, com Luciano D´Onofrio (Aveiro Connection). Com a Olivedesportos fez muito dinheiro, como com todos os negócios do FC Porto, vendas e compras de jogadores, corrupção de árbitros, etc. Assim enriqueceu e tem hoje uma considerável fortuna.
Estudou num seminário, onde desde novo mostrou as capacidades que hoje lhe são reconhecidas.
Pinto da Costa passou a sua idade escolar num colégio onde imperava um grande influência da religião católica e quando atingiu o liceu foi internado num colégio de padres (Jesuíta). Dos mais prestigiados do Norte do País. Ali fabricavam-se verdadeiros homens. Eram testados como cobaias para poderem enfrentar no futuro as mais adversas contrariedades da vida. Uma das disciplinas era constituída pela defesa individual de cada aluno perante toda a turma e, já nessa altura Pinto da Costa era o mais desenvolto no uso no discurso, na sua capacidade de raciocínio rápido e retenção na memória de dados essenciais. Inteligente e astuto como um verdadeiro jesuíta, bem cedo começou a demonstrar um grande sentido de chefia. Sabia como dividir para reinar, utilizando um ar cândido e descomprometido quando algumas atitudes de má-fé lhe eram dirigidas. Atirava a pedra e sabia como esconder a mão. Mas a sua verdadeira arma era a grande capacidade de trabalho e a completa dedicação a tudo o que fazia. Chegou a pensar ordenar-se padre, e o director do colégio apostava que , se ele seguisse essa carreira, iríamos ter o segundo papa português. A sua postura, a sua forma de falar e de estar deram-lhe sempre um toque clerical. A mesma mão que abençoava os amigos, empunhava a cruz onde ele havia de crucificá-los. Cativava, fazia amizades com facilidade e sabia como as utilizar e destruir como se nunca tivesse culpa de nada. Sendo religioso não pensava sequer em trair a sua esposa. Mas quando foi iniciado por Reinaldo Teles nas suas casas de sexo, tomou-lhe o gosto. Ficou viciado. Aliás a sua actual mulher, da qual tem uma filha, é uma ex-prostituta que conheceu num dos bares de Reinaldo Teles. Também usou anfetaminas durante algum tempo. Para aguentar as vitórias, o fanatismo anti-mouros, a idolatria que os adeptos do clube lhe devotavam, a guerra que os seus inimigos lhe moviam e as sessões diárias de sexo era preciso muito "speed".
REINALDO TELES:
Empresário da noite, ex-campeão de boxe, dirigente desportivo. A sua fulgurante ascensão no clube que sempre amou: chulo, pugilista, seccionista, segurança (capanga), chefe dos capangas (mais tarde passou a ser Joaquim Pinheiro, seu irmão), amigo pessoal do patrão, seu confidente e finalmente, único homem em quem ele confiava.
Em 1981/82 Reinaldo Teles, campeão nacional de boxe e na altura treinador, foi a solução encontrada por Américo de Sá(presidente da altura), para controlar as agitadas assembleias gerais. Ex-pugilista, brigão, chulo e nutrindo uma certa paixão por negócios ilícitos, ofereceu-se para arrumar a casa e impor a ordem nas confusões programadas por Pinto da Costa. Era treinador de boxe do clube e reuniu os seus rapazes para patrulharem a sala, e o certo é que com alguns murros e cabeçadas acabou por conquistar o lugar de chefe da segurança de Américo de Sá.Nessa altura, Pinto da Costa temia-o, porque não era um brigão vulgar e muito menos um marginal estúpido e incompetente. Reinaldo Teles tinha um espírito e uma personalidade muito idênticos aos de Pinto da Costa. Dava as ordens para descascar á fartazana e depois surgia como o apaziguador, o bom rapaz que nada tinha a ver com toda aquela violência. Pinto da Costa detestava-o, mas viu nele a solução para o futuro.
Reinaldo Teles era um ás a esgrimir os punhos, sabia avaliar com grande exactidão a capacidade dos seus adversários, e quando não os podia vencer trazia-os para junto de si. Um anjo, este rapaz que veio bastante jovem de uma aldeia transmontana para servir numa tasca de um tio. O estabelecimento estava aberto toda a noite, numa altura em que ainda existiam poucas discotecas. E as que funcionavam em pleno estavam viradas para o alterno e a prostituição. Mas R. Teles sabia que "putas e vinho verde" só combinam nas horas e nos locais certos. Havia que tratar da vidinha. Ainda estava longe de ser o rei da noite.
Ajudava o seu tio pela madrugada dentro e vivia com entusiasmo as cenas de pancadaria entre azeiteiros, putas e marginais. O seu sonho era um dia vir a ser como eles. Homens valentes, com charme, e mulheres tratadas a pontapé a levarem-lhes o apuro da noite e o que até tinham roubado ao prazer. Deu uma tareia a um chulo por causa de uma das suas prostitutas, com quem perdeu a virgindade. Os dois estavam apaixonados. A prostituta gostava do miúdo, era forte e atrevido, mas para ficar com ele tinha de pensar numa forma de o proteger. Reinaldo tinha punhos, mas faltava-lhe a experiência. De súbito, veio a solução. Ela tinha um cliente que era treinador de boxe do maior clube da cidade (Porto) e ia-lhe apresentar Reinaldo Teles para o rapaz poder ir lá fazer uns treinos. Uma semana depois, o tal treinador de boxe disse á prostituta que Reinaldo tinha futuro. A partir daí, quando as coisas aqueciam na tasca do seu tio, R. Teles fazia uns treinos extra, passando a ser conhecido e respeitado. Depois de fechar a tasca, aproveitava a boleia de um amigo e ia ter com a sua amada prostituta, que atacava em Santos Pousada. Reinaldo começou a somar êxitos no boxe e acabou por deixar o emprego na tasca do seu tio para se colocar como segurança e porteiro numa casa de alternos. Foi aí que conheceu a sua futura mulher, também puta (Luísa Teles, actual dirigente do FCP).
Reinaldo Teles tinha-se tornado num dos chulos mais importantes da cidade e, com a ajuda da nova puta, acabou por comprar o seu próprio estabelecimento. O rapaz tinha jeito para o negócio, e a sua namorada tinha uma perspicácia tremenda para escolher as melhores putas. Ambicioso, inteligente, hipócrita e já com algum poder económico, Reinaldo Teles tinha apenas mais um sonho: ser campeão nacional de boxe. Ele era bom de punhos, mas havia outros melhores. Com algum sacrifício e habilidade, conseguiu chegar á fase que lhe permitiu disputar o título. O seu adversário era poderoso e Teles não se podia arriscar a deixar fugir o seu sonho. Sempre inclinado para negócios marginais, colocou logo em prática um plano diabólico. Ele sabia que no boxe profissional a corrupção por parte de grupos marginais era uma prática constante e quase normalizada, e num ápice resolveu o seu problema. Contactou o seu adversário, negociou a vitória no terceiro "round" e um KO mal disfarçado deu-lhe a oportunidade de saltar no ringue elevando as luvas em sinal de vitória. Era importante para o seu negócio que os jornais noticiassem no dia seguinte que ele era o novo campeão nacional de boxe. Aquele título significava respeito e medo. Os factores mais importantes para quem quer gerir com tranquilidade uma casa de alternos e de prostituição.
Este fora o seu primeiro acto no mundo da corrupção, e Teles ficou fascinado com o poder do dinheiro. Afinal, ele tinha feito um investimento altamente rentável. Pagou para conquistar o título, realizou o seu sonho e duplicou a facturação no seu estabelecimento. Ninguém se arriscava a criar conflitos na sua área de alternos e muito menos a deixar contas penduradas. Os punhos de um campeão eram sempre temidos.
JORGE GOMES:
Ex-jornalista e ex-bate chapas promovido á pressão como paga de favores no tempo da sua meteórica ascensão como dirigente desportivo. Mestre na confecção de coisas miúdas, destacava os jornais para o patrão, e ocupava-se dos famosos arquivos, usados para Pinto da Costa arrasar os seus inimigos na comunicação social, aliados claro á sua boa memória. Jorge Gomes foi corrido da SAD do FCP, por se ter zangado com Pinto da Costa e hoje trabalha com José Veiga.
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sexta-feira, outubro 20, 2006
Golpe de Estádio #02: Introdução
Quando a Polícia Judiciária começou a investigar a rede de corruptores e corrompidos envolvidos no mundo da arbitragem portuguesa a rede era já um polvo. Do artesanato dos primeiros tempos, passara-se ao mais refinado profissionalismo.
A empresa, altamente lucrativa, mas sem nome ou registo comercial, movimentava, por semana, milhares de contos. Isentos de tributação, o que ainda dava mais gozo... Reinaldo Teles era o operacional. O Patrão era, obviamente, Pinto da Costa. E Jorge Gomes nunca se importava de sujar as mãos e de dar a cara. Não era necessário mais ninguém nas operações especiais. Era tudo muito claro: metade da aposta para eles, outra metade para os árbitros. Os "patos" estavam sempre dispostos a entrar com muita massa, principalmente na recta final do campeonato. Quando as provas principais se iniciavam, o estado-maior decidia logo quem subia e quem descia, na certeza de que era nos escalões mais baixos que mais alto se ganhava. Eis um bom exemplo do sucesso desta empresa sem nome: um clube da I Divisão investiu, no final do campeonato, 50 mil contos para evitar a descida. O dinheiro foi entregue a Jorge Gomes. Mas o clube desceu, pois por vezes a bola teimava em ser redonda. Ou, se calhar, foi o Jorge Gomes que se esqueceu dos pagamentos.
A empresa, altamente lucrativa, mas sem nome ou registo comercial, movimentava, por semana, milhares de contos. Isentos de tributação, o que ainda dava mais gozo... Reinaldo Teles era o operacional. O Patrão era, obviamente, Pinto da Costa. E Jorge Gomes nunca se importava de sujar as mãos e de dar a cara. Não era necessário mais ninguém nas operações especiais. Era tudo muito claro: metade da aposta para eles, outra metade para os árbitros. Os "patos" estavam sempre dispostos a entrar com muita massa, principalmente na recta final do campeonato. Quando as provas principais se iniciavam, o estado-maior decidia logo quem subia e quem descia, na certeza de que era nos escalões mais baixos que mais alto se ganhava. Eis um bom exemplo do sucesso desta empresa sem nome: um clube da I Divisão investiu, no final do campeonato, 50 mil contos para evitar a descida. O dinheiro foi entregue a Jorge Gomes. Mas o clube desceu, pois por vezes a bola teimava em ser redonda. Ou, se calhar, foi o Jorge Gomes que se esqueceu dos pagamentos.
Golpe de Estádio #01: O famoso livro de Marinho Neves
Finalmente consegui ler este livro, onde o Sr. Marinho Neves conseguiu ser até hoje a pessoa que ficou mais próxima da realidade do futebol Português. Por isso mesmo foi atacado e quase perdia a vida!Todos deveriam ler esta fantástica obra; e como tal, e para não ser acusado de ser faccioso, aqui vão as palavras de Marinho Neves; em 17 capítulos e 20 posts.
Sinopse
Muito se tem falado de corrupção no futebol português… Mas pouca coisa tem vindo a público, oficialmente. Simples má-língua contra jogadores, árbitros e dirigentes de clubes? De modo nenhum. Alguma coisa há, de facto, de verdade, que importa denunciar, para que o futebol recupere a sua dignidade. O jornalista Marinho Neves tem investigado, com coragem, este problema tão explosivo e revela-nos aqui – sob forma romanceada – um vasto e sugestivo quadro dos modos e processos de tal corrupção em Portugal.
É certo que, neste livro, tudo é ficção... mas, ao mesmo tempo, tudo é verdade. Esta obra não passa de um romance. Nenhuma das suas personagens tem existência real... mas cada uma delas corresponde à verdade da corrupção que temos instalada entre nós. E foi em toda esta realidade que se inspirou o autor. Assim ficção e realidade misturam-se perfeitamente neste romance que se transforma em denúncia. Corajosa denúncia de um jornalista da área desportiva - que, acima de tudo, ama a sua profissão, o desporto e a verdade.
Marinho Neves nasceu no Porto. Filho de um ex-futebolista do Boavista, cedo despertou para o desporto, tendo praticado várias modalidades, mas não o futebol. Foi esta paixão pelo desporto que o levou, em 1977, a optar pelo jornalismo da área desportiva.
Logo de início, no jornal portuense Norte Desportivo, apaixonou-se pelo jornalismo de investigação. Em 1981, ingressou na Gazeta dos Desportos. E, durante década e meia, foi assinando trabalhos de relevo na luta contra a fraude e corrupção no futebol, com destaque para a denúncia do processo de recolha de líquido orgânico para o controle antidoping, obrigando a que tal sistema fosse alterado. Mas foi na luta contra a corrupção na arbitragem que mais se destacou. Em 1992, publicou uma reportagem com o título "Corruptos e bem pagos", em que denunciava vários processos de corrupção na arbitragem e como funcionavam os seus mais diferentes agentes. Foi, por isso, alvo de diversas perseguições, tentativas de agressão e uma emboscada à porta de casa.
Colaborou com a SIC em trabalhos de reportagem, tendo também participado em debates, neste canal de televisão, sobre corrupção, nomeadamente nos programas Donos da Bola e Máquina da Verdade.
terça-feira, setembro 26, 2006
La Piovra: O Papa anda a benzer e a abençoar o altar de São Domingos
Segundo jogo em casa do FCP B, também conhecido por União de Leiria e segunda arbitragem totalmente roubada a favor dos da casa.Da outra vez o Vilas Boas foi "premiado" com nota Excelente, aguardamos agora a nota que esta AVENTESMA do Paulo Costa vai ter!Dos jornais: "Como nota negativa, a arbitragem de Paulo Costa e seus auxiliares. Um golo mal anulado (ao Marítimo), o vermelho perdoado a Sougou (73 m), que viu apenas cartão amarelo depois de ter atingido Wénio com entrada violenta, e também a Valdomiro, após entrada dura sobre Jardel (25 m)".
Um golo e 2 expulsões perdoadas num jogo que terminou 1-0 já deve ser o bastante para a Nota ser Boa!
...e não há quem espete com eles nas masmorras!
La Piovra: Onde pára o relatório?
Com a convicção de que já nada no futebol lhe faz espécie, Paulo Bento disse, há poucos dias, em conferência de Imprensa, que achava normal João Ferreira, o árbitro que, entre outros equívocos, validou um golo marcado com a mão no jogo que ditou a primeira derrota do Sporting, ser contemplado com uma nota elevada (“9 ou 9,5") no relatório do observador.Perante o que foi possível ver ao vivo no Estádio José Alvalade, plenamente confirmado pelas repetições das imagens televisivas, é natural que o treinador leonino tenha curiosidade; e, como ele, muita gente, por certo, em saber qual foi, de facto, a nota atribuída ao juiz de Setúbal.
Até hoje, passados 10 dias sobre o polémico e discutido jogo, o dito relatório do observador ainda não chegou a Alvalade. Extraviou-se? Foi enviado a medo? Parafraseando Paulo Bento, já tudo é normal. Admite-se, ou estima-se, no entanto, que o “tal” documento possa vir a estar ainda hoje (“suposto” prazo limite) na posse dos dirigentes e responsáveis leoninos. Se isso acontecer, pode também ser que o treinador, na véspera de um importante jogo da Liga dos Campeões, em Moscovo, aceite comentar, em nova conferência de Imprensa, o resultado de mais uma lenta trapalhada processual. Entretanto, ninguém se atreverá a levar a mal a pergunta: onde pára o relatório?
fonte "O Jogo"
NOTA: Na minha opinião o relatório inicial deveria estar de acordo com o sistema e devia estar a "premiar" o árbitro com nota Excelente; mas para não darem mais nas vistas devem estar a modificar a nota, para que assim o Sporting não levante mais polémica. De qualquer modo, é muito hábil aparecer o relatório precisamente em simultâneo com o jogo da LC, pois o Sporting terá a sua concentração neste jogo e não na porcaria que por cá se faz!
Para mim, qualquer nota acima de MAU deverá ser contestada pelo Sporting.
domingo, setembro 24, 2006
La Piovra: o crime continua a compensar
Serafim Baía Nogueira tem ao longo da sua carreira acumulado um substancial CADASTRO de roubos ao Sporting, assim como esteve também no célebre jogo Boavista - Alverca (2-1, com 2 golos nos 7' de descontos) onde José Couceiro veio pôr a boca no trombone e depois se lixou!Já o Neiva "esfregador de olhos" que não tinha assinalado FJ óbvio ao jogador que centra a bola para o tal golo do Leiria não considerado em Alvalade, apanhou 3 meses de castigo e desceu no fim da época.
Continuamos na mesma: Roubam o Sporting, logo são premiados e promovidos!
http://www.record.pt/noticia.asp?id=721349&idCanal=280
La Piovra: novidades a 24/09/2006
Todos os dias os jornais revelam novas vergonhas no futebol Português e sempre com os mesmos CULPADOS.No entanto nada é suficiente para os JULGAR, quanto mais para os PRENDER!
Qualquer analfabeto já entendeu como funciona o sistema, mas os juízes não são capazes de espetar com estes patifes nas masmorras!
QUE VERGONHA DE PAÍS!
quinta-feira, setembro 21, 2006
Um portista desportista
Como Sportinguista sei reconhecer méritos a adeptos de clubes rivais, e este adepto do FCP mostra ser um desportista:
http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?div_id=&pagina=1&ler_comentario=1&id=726173
Muito mau para o futebol: "Sou portista e já fui sócio, mas acho vergonhoso o que o presidente do meu clube fez. Admito que fez muito pelo FCP, mas quando não se olha a meios para atingir fins, todo esse mérito vai por água a baixo. Quem perde é o futebol e eu já não vou a um estádio á cerca de 2 anos!"
http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?div_id=&pagina=1&ler_comentario=1&id=726173
Muito mau para o futebol: "Sou portista e já fui sócio, mas acho vergonhoso o que o presidente do meu clube fez. Admito que fez muito pelo FCP, mas quando não se olha a meios para atingir fins, todo esse mérito vai por água a baixo. Quem perde é o futebol e eu já não vou a um estádio á cerca de 2 anos!"
Manobras de diversão
Agora querem desviar as atenções e mostrar serviço ao novo PGR, mas vai continuar tudo na mesma!
Mas atenção que os Sportinguistas não são burros!
http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=726321&div_id=1676
http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?div_id=1676&id=726329
Mas atenção que os Sportinguistas não são burros!
http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=726321&div_id=1676
http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?div_id=1676&id=726329
O próximo ROUBO
Depois do golo com a mão:
http://www.youtube.com/watch?v=wtI_8NdVXfg&mode=related&search
Só falta marcarem contra o Sporting um penalty destes:
http://www.youtube.com/watch?v=L_sX_Lbsulw&eurl
Já agora, o Paços de Ferreira e o Pacóvio do José Mota andam sempre a dizer que são pequeninos, uns coitadinhos, uns pobres, que são sempre prejudicados, e vejam este golo que meteram em Braga:
http://www.youtube.com/watch?v=fvASiuIM878&mode=related&search
http://www.youtube.com/watch?v=wtI_8NdVXfg&mode=related&search
Só falta marcarem contra o Sporting um penalty destes:
http://www.youtube.com/watch?v=L_sX_Lbsulw&eurl
Já agora, o Paços de Ferreira e o Pacóvio do José Mota andam sempre a dizer que são pequeninos, uns coitadinhos, uns pobres, que são sempre prejudicados, e vejam este golo que meteram em Braga:
http://www.youtube.com/watch?v=fvASiuIM878&mode=related&search
quarta-feira, setembro 20, 2006
Os Jejuns dos 3 grandes
No Futebol Português tivemos 4 jejuns penosos para os 3 grandes:
PORTO 15 ANOS: de 39/40 a 55/56
Nestes 15 anos sem ganhar, o FCP nunca conseguiu discutir nenhum campeonato, sendo que obteve algumas classificações miseráveis, como em 42/43 onde fez apenas 14 pontos, ficando em 7º entre 10 equipas, acabando por não descer no limite.
Neste período era difícil dizer quem era o 3º clube, pois o Belenenses ficava muitas vezes á frente do FCP, tendo mesmo ganho o seu único campeonato em 45/46.
Nestes 15 anos a supremacia foi do Sporting com 9, seguido do Benfica com 4 e Belenenses com 1.
Nos anos 40 e 50 o futebol estava bem definido, pois só o Sporting e Benfica lutavam pelos títulos, eram os 2 grandes; aparecendo numa 2ª linha o FCP e o Belenenses.
Finalmente em 55/56 o FCP vence o campeonato, embora em igualdade pontual com o Benfica (43 pontos), tal como logo depois em 58/59 (41 pontos), no célebre caso Inocêncio Calabote!
PORTO 18 ANOS: de 58/59 a 77/78
Neste jejum de 18 anos, embora maior, o FCP já ficou a fazer parte dos “3 grandes”, pois o Belenenses começou progressivamente a desaparecer dos primeiros lugares.
Nestes 18 anos o FCP já conseguiu ficar á frente do Sporting por 7 vezes e do Benfica numa ocasião (61/62).
Em 18 campeonatos, foram 14 para o Benfica e 4 para o Sporting.
O FCP terá discutido apenas 4 desses 18 campeonatos, sendo que na época 69/70 teve uma péssima prestação, ficando em 9º lugar entre 14 equipas e fazendo 22 pontos contra 46 do campeão Sporting.
Finalmente em 77/78, já com Pedroto, conquista o campeonato, novamente em igualdade pontual com o Benfica e no ano seguinte 78/79 sagra-se novamente campeão, desta vez com 1 ponto de vantagem sobre o mesmo Benfica.
NOTA 1: se realmente fosse verdade tudo o que os adeptos do FCP falam do antigo regime, não teriam 2 jejuns de 15 e 18 anos, mas sim um único jejum de 37 anos.
SPORTING 17 ANOS: de 81/82 a 99/2000
Um jejum muito difícil de aguentar para os Sportinguistas, onde em 17 campeonatos, apenas em 3 ficou em 2º lugar, embora noutras 8 ocasiões tenha travado luta renhida pelo 2º lugar mas sem sucesso.
Nestes 17 campeonatos terá discutido apenas 4.
Acabou por ficar em 4º algumas vezes, batido por Guimarães e Boavista.
Nestes 17 anos o FCP ganhou 11 campeonatos e o Benfica 6.
Este período coincidiu com a implantação do “Sistema” em Portugal, que foi forjado no final dos anos 70 após a chegada de Pedroto ao FCP e á crescente influência de Pinto da Costa e Reinaldo Teles e por tabela de nomes como Pinto de Sousa, Lourenço Pinto, Ferreira Torres, Guarda Abel, Valentim Loureiro e Pimenta Machado.
BENFICA 10ANOS: de 93/94 a 2004/2005
Foi um jejum inédito para o Benfica, sendo que em 2000/2001 ficou mesmo num incrível 6º lugar! Pelo caminho lá fez 5 segundos lugares em 10 anos, mas nunca conseguiu discutir nenhum campeonato, ficando normalmente a muitos pontos do campeão; foram 10 anos em que logo no Natal já estavam arrumados.
Nestes 10 anos o FCP ganhou 7 campeonatos (penta + 2 de Mourinho), o Sporting 2 e o Boavista 1.
Finalmente em 2004/2005 foi campeão com muita dificuldade só na última jornada e com um golo em falta ao Sporting na sequência da marcação de um livre inexistênte. Foi o campeão com menos pontos (proporcionais) de sempre no futebol Português.
NOTA 2: Desde a chegada de Pedroto ao FCP, este clube ou foi campeão ou ficou quase sempre em 2º lugar.
As excepções aconteceram com os 2 terceiros lugares de (81/82) e (2001/2002).
Nestes anos o FCP só não discutiu o título em 2 ocasiões: (88/89) e (2001/2002).
Foram 29 campeonatos, onde o FCP ganhou 16, o Benfica 8, o Sporting 4 e o Boavista 1.
PORTO 15 ANOS: de 39/40 a 55/56
Nestes 15 anos sem ganhar, o FCP nunca conseguiu discutir nenhum campeonato, sendo que obteve algumas classificações miseráveis, como em 42/43 onde fez apenas 14 pontos, ficando em 7º entre 10 equipas, acabando por não descer no limite.
Neste período era difícil dizer quem era o 3º clube, pois o Belenenses ficava muitas vezes á frente do FCP, tendo mesmo ganho o seu único campeonato em 45/46.
Nestes 15 anos a supremacia foi do Sporting com 9, seguido do Benfica com 4 e Belenenses com 1.
Nos anos 40 e 50 o futebol estava bem definido, pois só o Sporting e Benfica lutavam pelos títulos, eram os 2 grandes; aparecendo numa 2ª linha o FCP e o Belenenses.
Finalmente em 55/56 o FCP vence o campeonato, embora em igualdade pontual com o Benfica (43 pontos), tal como logo depois em 58/59 (41 pontos), no célebre caso Inocêncio Calabote!
PORTO 18 ANOS: de 58/59 a 77/78
Neste jejum de 18 anos, embora maior, o FCP já ficou a fazer parte dos “3 grandes”, pois o Belenenses começou progressivamente a desaparecer dos primeiros lugares.
Nestes 18 anos o FCP já conseguiu ficar á frente do Sporting por 7 vezes e do Benfica numa ocasião (61/62).
Em 18 campeonatos, foram 14 para o Benfica e 4 para o Sporting.
O FCP terá discutido apenas 4 desses 18 campeonatos, sendo que na época 69/70 teve uma péssima prestação, ficando em 9º lugar entre 14 equipas e fazendo 22 pontos contra 46 do campeão Sporting.
Finalmente em 77/78, já com Pedroto, conquista o campeonato, novamente em igualdade pontual com o Benfica e no ano seguinte 78/79 sagra-se novamente campeão, desta vez com 1 ponto de vantagem sobre o mesmo Benfica.
NOTA 1: se realmente fosse verdade tudo o que os adeptos do FCP falam do antigo regime, não teriam 2 jejuns de 15 e 18 anos, mas sim um único jejum de 37 anos.
SPORTING 17 ANOS: de 81/82 a 99/2000
Um jejum muito difícil de aguentar para os Sportinguistas, onde em 17 campeonatos, apenas em 3 ficou em 2º lugar, embora noutras 8 ocasiões tenha travado luta renhida pelo 2º lugar mas sem sucesso.Nestes 17 campeonatos terá discutido apenas 4.
Acabou por ficar em 4º algumas vezes, batido por Guimarães e Boavista.
Nestes 17 anos o FCP ganhou 11 campeonatos e o Benfica 6.
Este período coincidiu com a implantação do “Sistema” em Portugal, que foi forjado no final dos anos 70 após a chegada de Pedroto ao FCP e á crescente influência de Pinto da Costa e Reinaldo Teles e por tabela de nomes como Pinto de Sousa, Lourenço Pinto, Ferreira Torres, Guarda Abel, Valentim Loureiro e Pimenta Machado.
BENFICA 10ANOS: de 93/94 a 2004/2005
Foi um jejum inédito para o Benfica, sendo que em 2000/2001 ficou mesmo num incrível 6º lugar! Pelo caminho lá fez 5 segundos lugares em 10 anos, mas nunca conseguiu discutir nenhum campeonato, ficando normalmente a muitos pontos do campeão; foram 10 anos em que logo no Natal já estavam arrumados.
Nestes 10 anos o FCP ganhou 7 campeonatos (penta + 2 de Mourinho), o Sporting 2 e o Boavista 1.
Finalmente em 2004/2005 foi campeão com muita dificuldade só na última jornada e com um golo em falta ao Sporting na sequência da marcação de um livre inexistênte. Foi o campeão com menos pontos (proporcionais) de sempre no futebol Português.
NOTA 2: Desde a chegada de Pedroto ao FCP, este clube ou foi campeão ou ficou quase sempre em 2º lugar.
As excepções aconteceram com os 2 terceiros lugares de (81/82) e (2001/2002).
Nestes anos o FCP só não discutiu o título em 2 ocasiões: (88/89) e (2001/2002).
Foram 29 campeonatos, onde o FCP ganhou 16, o Benfica 8, o Sporting 4 e o Boavista 1.
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Novo LEÃO no "Canal SCP"
Olá amigos LEÕES, sou o novo colaborador do "Canal SCP"!
Tenho 33 anos e sou do Porto e como tal vivo cercado por Portistas e alguns Benfiquistas; uma vez que por aqui não somos muitos. Ainda assim sou o sócio n.º 129 de um Núcleo Sportinguista.
Por esse Portugal fora é comum perguntarem-me: “Então és do Sporting, sendo da cidade do Porto?”; ao que eu respondo: “Por isso mesmo, pois embora seja Portuense, esse é mais um motivo para conhecer de perto essa gente e não querer ser do FCP, que até podia ter 10 milhões de adeptos, 50 campeonatos e ganhar 20 Taças dos Campeões, que eu NUNCA seria adepto desse clube.”
Então porque sou eu do Sporting, quando na minha família ninguém liga nada a isso, provavelmente só conhecem o Eusébio, o Figo e o Baía, acho que se falar do Rui Costa, já não sabem quem é.
Acho que sou do Sporting por vários motivos, mas a principal razão devem ser alguns nomes que brilhavam na altura em que “nasci” para o Desporto: Jordão, Manuel Fernandes, Damas, Joaquim Agostinho, Carlos Lopes, Fernando Mamede, Moniz Pereira, Jorge Theriaga, Livramento, Ramalhete, Sobrinho… mas também porque a nível de futebol ganhamos 2 campeonatos (79/80 e 81/82), para além de sermos os grandes dominadores em todas as modalidades em geral.
Se é verdade que em termos de futebol, o FCP suplantou recentemente o Sporting em palmarés, não deixa de ser mais verdade que como CLUBE em geral o Sporting deixa toda a gente a anos luz, pois é o 2º maior clube do mundo em troféus, só sendo batido pelo Barcelona.
Isto para além de ser evidente que o nosso clube tem uma maneira de estar no desporto bem diferente dos seus rivais!
Mas o principal motivo é mesmo o da fotografia, que seria o único motivo do Mundo que me poderia levar a deixar de ser do meu amado Sporting, caso por hipótese utópica fosse o presidente do nosso clube.
SPORTING SEMPRE!

Tenho 33 anos e sou do Porto e como tal vivo cercado por Portistas e alguns Benfiquistas; uma vez que por aqui não somos muitos. Ainda assim sou o sócio n.º 129 de um Núcleo Sportinguista.
Por esse Portugal fora é comum perguntarem-me: “Então és do Sporting, sendo da cidade do Porto?”; ao que eu respondo: “Por isso mesmo, pois embora seja Portuense, esse é mais um motivo para conhecer de perto essa gente e não querer ser do FCP, que até podia ter 10 milhões de adeptos, 50 campeonatos e ganhar 20 Taças dos Campeões, que eu NUNCA seria adepto desse clube.”
Então porque sou eu do Sporting, quando na minha família ninguém liga nada a isso, provavelmente só conhecem o Eusébio, o Figo e o Baía, acho que se falar do Rui Costa, já não sabem quem é.
Acho que sou do Sporting por vários motivos, mas a principal razão devem ser alguns nomes que brilhavam na altura em que “nasci” para o Desporto: Jordão, Manuel Fernandes, Damas, Joaquim Agostinho, Carlos Lopes, Fernando Mamede, Moniz Pereira, Jorge Theriaga, Livramento, Ramalhete, Sobrinho… mas também porque a nível de futebol ganhamos 2 campeonatos (79/80 e 81/82), para além de sermos os grandes dominadores em todas as modalidades em geral.
Se é verdade que em termos de futebol, o FCP suplantou recentemente o Sporting em palmarés, não deixa de ser mais verdade que como CLUBE em geral o Sporting deixa toda a gente a anos luz, pois é o 2º maior clube do mundo em troféus, só sendo batido pelo Barcelona.Isto para além de ser evidente que o nosso clube tem uma maneira de estar no desporto bem diferente dos seus rivais!
Mas o principal motivo é mesmo o da fotografia, que seria o único motivo do Mundo que me poderia levar a deixar de ser do meu amado Sporting, caso por hipótese utópica fosse o presidente do nosso clube.
SPORTING SEMPRE!
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